CONTATOS
ARGUMENTO CONTRA LA EXISTENCIA DE VIDA INTELIGENTE EN EL CONO SUR
O Sol está condenado a caminhar sempre.
Essa é a primeira frase que o dramaturgo de Chihuahua Victor Hugo Rascón Banda escreve para a personagem central de A Mulher Que Caiu do Céu, quando colocam sobre ela uma camisa de força. Vinda da região montanhosa das Barrancas del Cobre, na parte alta da Sierra Madre Ocidental no México, ela é uma rarámuri, encontrada inexplicavelmente e – logo - presa em território estadunidense.
Os rarámuris são um povo nativo mexicano, também de Chihuahua - na porção norte do país -, conhecidos por percorrerem longas distâncias a pé. São os de pés ligeiros. Seja caminhando ou correndo, impressionam pela capacidade de se deslocarem por dezenas e até centenas de quilômetros em terrenos sinuosos e altamente acidentados.
A personagem acima, soubemos nesta jornada, é inspirada em uma mulher real. A Rita Patiño.
Talvez no entendimento alargado dessa ideia – de um povo que corre, corre, corre... - more certa capacidade de reação ao processo colonizatório. Quiçá seja isso também um dos nutrientes dessa coletividade... Talvez exista aí um senso de identidade comum... Talvez. Quem de fato sabe?
Sejam do plano da realidade ou ainda do da miragem, o ponto é que essas e outras histórias desencadearam no Coletivo Labirinto o desejo de colisão e elaboração desse imaginário mexicano com o nosso - um coletivo de artistas que vive em São Paulo, na utopia, nos corres e nas vertigens que isso possa apresentar.
Falta muito?
Falta menos.
SINOPSIS
Cuatro amigos intentan planear y realizar un atentado en contra una emblemática Facultad de Ciencias Humanas de su país. Los desencuentros y la falta de sentido de esa y tantas otras acciones que de ella resultan revelan la idiotización presente en nuestros tiempos y la necesidad de buscar y discutir hoy algún imaginario posible sobre los ideales de revolución que permearon a Latinoamérica en los años 60 e 70.

FICHA TÉCNICA
DRAMATURGIA Santiago Sanguinetti TRADUCCIÓN Y ADAPTACCIÓN Coletivo Labirinto y Marina Vieira DIRECCIÓN Marina Vieira ELENCO Abel Xavier, Carol Vidotti, Emilene Gutierrez y Wallyson Mota ESCENOGRAFIA Y VESTUARIO Emilene Gutierrez, Marina Vieira y Wallyson Mota VIDEOS, PROYECCIONES Y OPERACIÓN Laíza Dantas IMÁGENES Rafael B. Gomes SONORIZACIÓN Gustavo Velutini ILUMINACIÓN Paula Hemsi ESCENOTÉCNICA Léo Ceolin OPERADOR DE LUZ Ton Ribeiro OPERAÇÃO DE SONIDO Y VIDEO Lana Scott ASESORIA DE PRENSA Pombo Correio DISEÑADOR GRÁFICO Oré Design Studio - Alexandre Caetano y Júlia Gonçalves FOTOGRAFIA Filipe Celestino y Roberto Setton PRODUCCIÓN "PREMIO CLEYDE YÁCONIS” Anayan Moretto PRODUCCIÓN GENERAL Carol Vidotti y Wallyson Mota REALIZACCIÓN Coletivo Labirinto
APTO PARA MAYORES DE 14 años
DURACCIÓN 85 minutos
HISTÓRICO DE APRESENTAÇÕES
2026
Março/Abril
Estreia e Temporada SESC POMPÉIA - São Paulo/SP - 19 apresentações
Junho/Julho
Temporada TEATRO PAULO EIRÓ - São Paulo/SP - 20 apresentações









